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terça-feira, 1 de março de 2011

Destino amoroso

Surgiu uma pequena discussão sobre o destino amoroso dos três personagens principais de "A Ilha". Alguns parecem desiludidos com a escolha da personagem feminina. O que têm a dizer?
Gostaram ou preferiam outro final?

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Personagens principais


A Ilha

A Ilha é, mais do que um cenário, a personagem principal do livro.

Ao contrário do que muitos idealizam, esta ilha não tem palmeiras à beira-mar nem resorts de luxo. Trata-se, sim, de um local perdido no meio do mar, isolado do resto do mundo e do tempo e que todos aqueles como nós, os que (sobre)vivem do lado de cá, julgam ser completamente deserto.

Uma vasta planície de gelo puro, quase um espelho, que se estende até ao mar revolto e agreste, determinado a afastar os indesejados. Ventos cortantes que assobiam, uma velha cabana degradada mas ainda assim acolhedora e uma floresta cerrada, feita de árvores que se diria poderem animar-se sempre que quiserem, que esconde outros mundos: é a depois dela que algumas das personagens vivem e se protegem.

E é algures dentro dela, num outro tempo, numa outra dimensão, numa ilha à parte da própria ilha, que habitam outras personagens...


O Mundo de Freyja e Fiydin


Este é mais um cenário que é quase uma personagem.

Paradigma de tudo o que de mais bonito existe na vida, é a casa maior de duas das principais personagens de "A Ilha".

Belas flores que crescem livremente, quase sem precisarem de rega, árvores que parecem embalar os pequenos habitantes nos seus ramos.

Erva fresca e alta, permanentemente orvalhada, no meio da qual os habitantes brincam às escondidas. O céu é sempre azul e o Sol brilha mesmo quando no mundo lá fora tudo está coberto por nuvens tão negras como a noite.

Este mundo só pode ser encontrado se os seus habitantes assim o desejarem. Ao longo dos tempos desenvolveram a capacidade de manter o seu mundo fechado a sete chaves, abrindo-o apenas a quem o merece e que com ele pode aprender algo de novo.

Diz-se que se situa algures no meio da floresta, mas poucos o conseguem ver...

Freyja

Freyja é, tal como o seu mundo, uma criatura especial.
Embora pertença a uma espécie não-humana, é mais humana de todas as personagens: hesita entre o amor de um homem que mal conhece e aquele que sempre pensara ser o amor da sua vida.

Hesita entre casar com o amor de sempre contra a vontade do povo que lidera.
Mas não hesita em levar para o seu mundo protegido um homem que acaba de conhecer.

Pequena, à semelhança de todos os seus conterrâneos, chama a atenção pela sua pela extraordinariamente branca e pelos cabelos negros como as penas de um corvo, mas, sobretudo, pelas suas asas que quase nunca deixam de se agitar.

Herdou o reino do seu pai e, tal como os seus antecessores, não tinha qualquer preparação para as responsabilidades de reinar, embora essa seja, de facto, a sua maior vocação.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Livros de Luz de Lisboa



"A Ilha", de Luz de Lisboa

“Quantos de nós seriam capazes de dar a vida para salvar o melhor amigo?
E se ele fosse o futuro marido do amor da nossa vida?”

“A Ilha” é um romance de ambientes fantásticos no qual se cruzam criaturas que saltam da nossa imaginação para a realidade e seres humanos, entre guerras e paixões.
Tudo começa quando um homem só e desiludido com a vida resolve comprar uma ilha isolada que julga desabitada.
Contudo, a Ilha reserva-lhe algumas surpresas e vai dar-lhe o melhor e o pior que um ser humano pode desejar: amigos, um amor e uma guerra.




"Pequenas Histórias para Entreter", de Luz de Lisboa



“Fantasmas apaixonados por humanos, humanos obcecados por fantasmas, homens levados ao desespero por outros, gente enamorada por alguém que nunca viu.”

“Pequenas Histórias para Entreter” reúne cinco pequenas histórias (“O Cravo e a Sepultura”; “Os Últimos a Sair”; “O Avião”; “A Mulher da sua Morte”) escritos para entreter o leitor.
Assim, “O Cravo e a Sepultura” é a primeira das “Pequenas Histórias para Entreter” e fala-nos de um homem obcecado por uma fantasma que está apaixonada por ele, julgando-o o seu amor há muito perdido.
Já no conto “Os Últimos a Sair” encontramos dois homens, um desesperado com a crueza do mundo do trabalho e capaz de tudo para lhe por fim, e o outro determinado a evitar a repetição de uma tragédia.
O cenário da terceira história, “O Avião”, decorre na maior aeronave do mundo, na qual embarcam dois jovens apaixonados um pelo outro mas que não se conhecem.
Por fim, o último conto, “A Mulher da sua Morte”, relata-nos a aventura de um jovem imprudente dominado por uma obsessão à qual os amigos tentam por um fim sem grande sucesso.



sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Freyja

Freyja
Freyja é, tal como o seu mundo, uma criatura especial.
Embora pertença a uma espécie não-humana, é mais humana de todas as personagens: hesita entre o amor de um homem que mal conhece e aquele que sempre pensara ser o amor da sua vida.
Hesita entre casar com o amor de sempre contra a vontade do povo que lidera.
Mas não hesita em levar para o seu mundo protegido um homem que acaba de conhecer.
Pequena, à semelhança de todos os seus conterrâneos, chama a atenção pela sua pela extraordinariamente branca e pelos cabelos negros como as penas de um corvo, mas, sobretudo, pelas suas asas que quase nunca deixam de se agitar.
Herdou o reino do seu pai e, tal como os seus antecessores, não tinha qualquer preparação para as responsabilidades de reinar, embora essa seja, de facto, a sua maior vocação.